Grupo de Oração

Todos os Sábados às 19:30 na Paróquia Santa Rita de Cássia.

25 de novembro de 2009

Servir a Deus ajudará você e a sua família a enfrentar os desafios modernos

  • Para seus irmãos efésios, Paulo escreveu: "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Efésios 5:15- 16). Quanto pior for o ambiente no qual os cristãos têm que morar, se torna mais necessário tomar cuidado e ser forte no serviço ao Senhor.
  • Agora nestes tempos modernos os cristãos têm idéia sobre o que Paulo queria dizer quando ele falou que os "dias são maus". De quase todas as direções, nossa cultura ameaça nossa fé. A pessoa que leva a sério o seu relacionamento com Cristo não pode evitar ficar preocupado sobre o que espera no futuro. E para muitos de nós, a sobrevivência espiritual de nossas famílias é a preocupação maior. Os desafios modernos à família são tão mortíferos quanto reais.
  • A onda de promiscuidade sexual que resultou da Revolução Sexual atira contra o coração da família: o relacionamento de uma só carne, fiel e de ambos os lados entre marido e mulher. A homossexualidade promete redefinir o próprio conceito do que é uma família. O divórcio em abundância tem tornado impossível uma criança ter a certeza que o seu lar ficará unido até crescerem. Os movimentos dos direitos da criança e da paternidade social discutem que as crianças devem ser criadas pelo estado e não pelos seus pais. O aborto, o suicídio e a eutanásia têm implicações preocupantes na família. A mídia de entretenimento, o sistema educacional e o estado de bolsas financeiras todos estão arrumados contra a família tradicional. Ao todo, é um monte de forças ali que enfrentam a família de hoje.
  • O que podemos fazer para enfrentar estes desafios? Podemos servir a Deus fielmente nas nossas famílias! Pode ser uma idéia simples, mas é verdadeira: servir a Deus sempre tem sido a melhor maneira de nos manter fortes espiritualmente e sobrevivermos aos ataques de uma cultura hostil.
  • Em primeiro lugar, servir a Deus é o que fortalece a fé. A maioria das ameaças modernas à família surgiram de uma filosofia humanística que nega a existência de Deus. A fé que é realmente de Deus, a confiança nele pessoalmente, é o que é necessário para enfrentar estes desafios. Muito tempo atrás, João escreveu, "porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé" (1 Joâo 5:4). Não há nenhum comprimido que podemos tomar que nos dará esta fé que vence o mundo. A fé é ganha no processo diário de servir a Deus da melhor maneira possível de acordo com o nosso entendimento.
  • Em segundo lugar, servir a Deus é o que constrói o caráter genuíno da pessoa interior. Os maiores perigos que as nossas famílias enfrentam hoje são aqueles que atacam o nosso ser mais interior, a nossa própria natureza como seres criados na imagem de Deus. A força que requer para lidar com tais perigos é a força de um profundo caráter piedoso. Paulo orou para que seus irmãos fossem "fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior" (Efésios 3:16). O caráter não é fortalecido descansando numa poltrona; é desenvolvido no trabalho ativo de servir a Deus. As famílias de hoje que esperam sobreviver a tudo que está se passando irão precisar de mais do que a força superficial daqueles que meramente falam a respeito do Senhor. Precisamos do verdadeiro caráter que vem do serviço diário, genuíno a Deus.
  • Em terceiro lugar, se as nossas famílias conseguirão encarar os desafios modernos, devemos gozar de relacionamentos ricos e profundos entre os membros da família. Estes relacionamentos não acontecem sozinhos, desenvolvem e aprofundam através do tempo que servimos ao Senhor. O que é verdadeiro na congregação local não é menos verdadeiro em nossas famílias físicas: a força vem "segundo a justa cooperação de cada parte" (Efésios 4:16). A maior força no mundo é a força daqueles que cresceram e ficaram fortes servindo ao Senhor juntos. Servir ao Senhor enriquece as nossas relações familiares, e fazendo isto põe nestes relacionamentos uma força que dificilmente pode chegar de outra maneira.
  • Acontece que servir a Deus faz mais uma coisa para nós. Nos dá coragem! Sem a coragem, estamos perdidos. Paulo encorajou aos coríntios, "Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos" (1 Coríntios 16:13) A famíla piedosa que sobrevive a cultura moderna e supera no Senhor não é aquela que se compromete covardemente com o mal. Ela corajosamente se posiciona pelo que é verdadeiro e bom. Por fim, a coragem da qual as nossas famílias precisam hoje em dia é formada nos nossos corações enquanto experienciamos a realidade de viver a vida em Cristo. Temos que fazer mais do que freqüentar os cultos da igreja; temos que "saborear" que o Senhor é gracioso (1 Pedro 2:3). Quando fizermos assim, as nossas famílias terão o tipo de poder do qual o diabo foge.

By :Tales Antonio

23 de novembro de 2009

> RETIRO CRISMA

Bom dia! Venho trazer hoje pra vocês um pouquinho do 'Retiro da Crisma' que ocorreu neste fim de semana no Centro Pastoral Bom Pastor (Seminário).
Muitas alegrias e muitas graças ocorreu nesse fim de semana.
Os crismandos concerteza sairam de lá renovados.
A tarde de sábado começou com a pregação de Edson, e terminou à noite com a alegria do MINISTÉRIO KAIRÓS!
No domingo, mais uma pregação de Edson e terminou com a missa das Rosas.
O assunto trabalhado nesse retiro foi inspirado no texto usado para o ano catequético “Nosso coração arde quando
ele fala, explica as escrituras e parte o pão.”
(Lc24, 32-35)
Muitos de nós, como os discípulos de Emaús, conhecem o Evangelho, as
doutrinas, participa de alguns movimentos e pastorais; mas ainda
andamos desanimados... Faltando algo.
E a metodologia de Jesus neste texto é clara. Precisamos contagiar com
o Mestre, fazendo de nossa vida uma vida em Cristo.
Catequese como caminho para o discipulado traz presente a necessidade do encontro pessoal com Jesus Cristo e conseqüentemente o seguimento e a missão: todo discípulo é missionário. São as duas faces de uma mesma realidade, conforme afirma o Documento de Aparecida . O discípulo missionário será atuante e desenvolverá a missão nos vários âmbitos da sociedade: família, comunidade, escola, trabalho. Portanto, o discipulado acontece no mundo e está aberto às necessidades e desafios da realidade.


Por: Sabrina Rocha








20 de novembro de 2009

Os Segredos de Fátima



II - Os três segredos de Fátima


Em julho de 1917, Nossa Senhora revelou aos três pequenos pastores, a quem aparecia pela terceira vez, três segredos que, em seu conjunto, constituíam a mensagem de Fátima. Esta mensagem de Nossa Senhora seguia o seguinte esquema:

1. Deus estava muito ofendido pelos pecados do mundo moderno


2. Por isso, exigia penitência.


3. Caso ela não fosse feita, viria um castigo.

No primeiro segredo, Nossa Senhora mostrou aos três pastorinhos de Aljustrel "o inferno para onde vão os pecadores", e explicou-lhes que foram os pecados dos homens que provocaram o castigo da I Guerra Mundial (1914-1917).

"Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados em esse fogo os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronzeadas com forma humana, que flutuavam no incêndio levadas pelas chamas que delas mesmas saíam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das fagulhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor. Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, e graças à nossa boa Mãe lá do céu, que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o céu (na primeira aparição). Se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor. Em seguida, levantamos os olhos para Nossa Senhora, que nos disse com bondade e tristeza: 'Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz.'"

O segundo segredo: "A guerra vai acabar, mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite iluminada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz."

Até aqui, os dois primeiros segredos, tais quais foram redigidos por Irmã Lúcia e tais quais foram agora publicados pelo Vaticano.

O primeiro segredo tratava da Primeira Guerra Mundial como castigo pelos pecados do mundo. Nossa Senhora anunciava que esse primeiro castigo logo iria acabar, e pedia que se rezasse muito pela conversão dos pecadores, e que se fizesse penitência. Portanto, este primeiro segredo tratava das almas.

Ao anunciar aos três pastorinhos que a I Guerra Mundial logo ia acabar, Nossa Senhora preveniu que, se não houvesse emenda dos pecados, outra guerra ainda pior castigaria o mundo, "no tempo do Papa Pio XI". Esse castigo seria precedido por "uma grande luz que iluminaria o céu".

Esse castigo veio. Portanto, não houve a emenda pedida.

A seguir, Nossa Senhora previa que "a Rússia espalharia seus erros pelo mundo" - e a Revolução Comunista na Rússia só ia acontecer em novembro de 1917, alguns meses depois da revelação de julho de 1917. Dizia ainda Nossa Senhora que, nessa II Guerra Mundial, "várias nações seriam aniquiladas", "os bons seria martirizados", "o Santo Padre teria muito que sofrer". O comunismo na Rússia e o espalhar dos erros comunistas pelo mundo ocorreram. Houve perseguições à Igreja, e os bons foram martirizados em todos os países comunistas. Só a frase "o Santo Padre terá muito que sofrer" parece exigir uma interpretação maior, porque nenhum dos Papas do século XX teve grandes sofrimentos. Só o tiro de Agca foi uma exceção, mas quão pequena se comparada com os demais sofrimentos preditos!

O segundo segredo, então, tratava das nações.

Para impedir que os castigos prosseguissem, Nossa Senhora pedia:

1. Que o Papa - junto com todos os Bispos do mundo - consagrasse nominalmente a Rússia ao Imaculado Coração de Maria, coisa que até hoje nunca foi feita nos termos em que Nossa Senhora pediu.

2. Pedia ainda, de novo, penitência e oração, assim como o estabelecimento da devoção ao Imaculado Coração de Maria, e a comunhão reparadora nos primeiros sábados.

Claro que, se os pedidos de Nossa Senhora não fossem atendidos, haveria novo castigo e, desta vez, ao que parece por certos detalhes, atingindo diretamente o clero, e mesmo o Papa.

Jacinta via um Papa rezando e sendo apedrejado numa casa muito grande e, quando perguntou à Lúcia se podia contar isso e falar de uma multidão faminta e massacrada por estradas, Lúcia a proibiu, porque isso "fazia parte do segredo" e, sabendo desse detalhe, "ficaria fácil descobrir o segredo". Ora, estranhamente, como veremos, estes detalhes não aparecem no texto agora publicado. Por quê?

Conhecia-se ainda uma conclusão, que, exatamente por ser conclusão, supunha-se com toda a lógica que ela viria no final da mensagem, isto é, após o terceiro segredo, ora revelado: "Por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz."

E, numa quarta redação da mensagem de Fátima, a Irmã Lúcia escreveu uma frase elucidativa: "O dogma da Fé se manterá sempre em Portugal, etc." O que faz supor - evidentemente! - que o dogma da Fé não se manteria em outros países. Portugal seria uma exceção. Ora, aparentemente, nada na visão publicada fala de uma crise da Fé em nenhum país. Por quê?

Se o primeiro segredo tratava das pessoas e o segundo tratava das nações, era lógico, pela progressão estabelecida, que o terceiro segredo deveria tratar da Igreja. Claro que não dos pecados da Igreja, porque a Igreja é Santa e não pode cometer pecados, e sim dos pecados que se cometem na Igreja, isto é, especialmente dos pecados do clero. Pecados do clero que, hoje, os membros do clero costumam transferir para a Igreja, esquecendo-se de que Ela é imaculada e impoluta. E essa transferência de culpa do clero para a Igreja é um dos grandes pecados atuais. Ora, a visão que consta do terceiro segredo, e que agora foi publicada, mostra exatamente uma cena trágica a respeito de um Papa, e da Igreja martirizada. Por quê?

Agora, o Vaticano acaba de publicar a seguinte versão do terceiro "segredo" de Fátima, redigida pela Irmã Lúcia. No texto aparecem estranhas aspas que indicariam que ela copiou algumas frases de uma outra versão, não publicada. (Colocaremos essas aspas sempre em negrito, para salientá-las.) "Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um anjo com uma espada de fogo em a mão esquerda; ao cintilar, despedia chamas que parecia iam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contato do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro.

O anjo, apontando com a mão direita para terra, com voz forte disse: 'Penitência, Penitência, Penitência!'

E vimos numa luz imensa que é Deus: "algo semelhante a como se vêem as pessoas num espelho quando lhe passam por diante" um Bispo vestido de branco "tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre".

Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande cruz de troncos toscos como se fora de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meio em ruínas, e meio trêmulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegando ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros de armas de fogo e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás aos outros os bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, e várias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de várias classes e posições.

Sob os dois braços da cruz estavam dois anjos, cada um segurando um regador de cristal em a mão, neles recolhiam o sangue dos mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus. Tuy, 3-1-1944. [Não há nenhuma assinatura no documento publicado pelo Vaticano!!!]"


by:Talis Antonio